Uma das perguntas mais feitas durante a vida, aquilo que todos já se questionaram alguma vez, aquilo que muitos perdem o sono de preocupação e medo, enquanto outros vêm como o tão esperado alívio e paraíso… muito se pensa nela, muito se fala sobre ela, mas afinal, será que a morte realmente existe? Se sim, isso é bom ou ruim? Devo me conformar, me preocupar ou me animar? Bom, então vamos falar sobre ela, a Morte.
Todo mundo já ouviu alguém falar: “Pra morrer basta estar vivo” ou aquele parente que te alertou “Fulano, a única certeza dessa vida é a morte”, o tema morte ainda é um tabu para muitas pessoas, seja por medo, seja por crenças pessoais que se alimentam do medo ou qualquer outro motivo, mas dificilmente alguém vai passar pela vida sem se quer pensar um pouco sobre este momento, ainda mais quando você vê que que a vida está passando tão rápido.
Devemos sim nos questionarmos a respeito dessa momento, pois se estivermos preparados e alinhados com a realidade universal, nossa transição entre vidas poderá ser muito mais simples, afinal se combate o medo com o conhecimento, se combate o desconhecido com o conhecimento.
Crença, achismo, religião ou opinião ?
Primariamente, vamos compreender que há diversas formas e visões para se enxergar a morte. Você pode se identificar ou crescer em uma crença que a trata de forma negativa ou positiva, você pode ter sua hipótese pessoal sobre ela, há muitas possibilidades, mas se você está aqui, acredito que esteja procurando respostas que façam mais sentido pra você ou alguma visão que possa expandir sua visão de mundo.
Então saiba que apesar de haver muitos lados da mesma história e pontos em comum da maioria, a morte será tratada aqui com base na universalidade, sem dogmas, apenas conhecimentos universais amplamente expostos e debatidos, visando sempre a neutralidade universal, siga o que faz sentido para você, siga sua intuição de onde está localizada a verdade, onde possui mais coerência com o Todo, segundo seu coração.
A realidade universal sobre a Morte
Bom, de forma bem direta, morrer é um momento de transição, ou seja, a morte até existe mas morrer não. Confuso? Calma que eu explico. A “data limite” da sua encarnação já está programada, todos os encarnados possuem este último dia com o corpo físico, fato chamado de morte.
Porém o conceito de morrer, para os que acreditam que desaparece, deixa de existir, não existe nada além disso, isso não condiz com a realidade universal. Logo, todos temos o último dia de estar encarnado, mas todos faremos uma transição entre multidimensionalidades e nossos corpos multidimensionais, uma transição entre dimensões existentes no próprio planeta terra.
Transição entre Multidimensionalidades
O planeta terra, também conhecido como Gaia, em sua essência de ser universal que é, possui um dos padrões constantes no universo, as dimensões. Nós como seres universais possuímos nossa próprias “dimensões”, nossos corpos multidimensionais.
Um dos corpos que possuímos é o corpo físico que usamos quando estamos usufruindo de encarnação na dimensão planetária da materialidade “física” e possuímos também nosso corpo astral, de energia sútil, onde se encontra em outra dimensão planetária, a dimensão energeticamente compatível e adequada a cada corpo.
Então após vivermos a experiência da encarnação com o corpo físico que geramos, nós deixamos esta “roupa” aqui na dimensão física correspondente a ela e seguimos com nosso corpo sútil em outra dimensão adequadamente correspondente a ele. Compatibilidade energética é também um dos padrões universais existente que cria uma organização natural dos elementos energéticos do universo.
Deixando a roupa para trás
Esta é a ideia no momento da transição entre corpos no dia da morte, deixamos nossa roupa física onde precisa estar e onde pertence e seguimos nossa jornada com “a roupa que tínhamos por baixo” pois agora ela é suficiente para o onde vamos/estamos e para o que vamos trilhar em nossa jornada.
Sim eu sei que pode ser estranho ver o “nosso” corpo como uma espécie de roupa, mas quando vamos viver uma experiência nós nos vestimos de acordo com o que vamos fazer certo? Ou de acordo com o local em que vamos? É exatamente este olhar que podemos ter para facilitar nossa compreensão a respeito desse momento de transição. Uma roupa especial, importante e útil, mas que tem data para ser “pega” e data para ser “devolvida”.
Seguindo com a nova roupa
Bom, já que morrer é um momento de transição que realmente existe, então o que devemos esperar após este momento? Aqui cabe resposta de bom advogado, Depende.
Nossa existência é uma jornada, a jornada da evolução. Nós somos a jornada, nosso somos a evolução, nós estamos em uma jornada e nós estamos em constante evolução (sempre que nos encontramos, claro). Desta forma, não há uma resposta pronta e taxativa de para onde você vai e o que vai acontecer, pois é algo subjetivo, onde você vai para onde sua afinidade te levar.
As respostas mais padronizadas que dá para providenciar é que você estará com seu corpo sútil na 4 dimensão do planeta, após o desencarne. Mas você se localizará onde for energicamente compatível com você na 4 dimensão, em um das suas atuais 3 “repartições”, conhecida também como umbrais.
Você reencarnará logo? Voce reencarnará no planeta Terra novamente em seguida ou em outro? Ficará em quais umbrais? Por quanto tempo? Tudo isso é subjetivo a cada um de nós, subjetivo a nossa própria jornada autônoma de evolução, subjetivo a quem nós somos por dentro, quais energias possuímos em nós, o que deveríamos fazer com base em nossa jornada anterior ou momento consciencial… a subjetividade é a realidade neste ponto.
Claro que podemos ter respostas prováveis quando começamos a nos auto analisar, quando começamos a compreender melhor as realidades universais que nos cercam e quem nós somos e estamos. Mas resposta pronta não é possível, tudo vai depender da sua história pessoal como ser universal e para onde sua afinidade, conhecimentos e crenças interiores te leva, energeticamente falando, afinal o universo é uma aglomerado de energia, você pode se afinizar com um dos 3 umbrais que existem a depender das energias (emoções) que você carrega dentro de você no momento do desencarne do corpo físico, vulgo morte.
Desmistificando a morte
Agora que você já tem uma noção universal sobre este tema, você precisa assimilar tudo e perder o medo da morte. O conhecimento compartilhado aqui deve te servir como esclarecedor, elucidador e fonte de força para combater as crenças internas que possam te amedrontar.
Mesmo que não saibamos ao certo o que esperar, talvez consigamos ver a tempo onde estamos energeticamente e assim poderemos nos afinizar com o que gostaríamos. Mesmo com probabilidades ao invés de taxatividade genérica, podemos concluir o óbvio, que não deixamos de existir, que há continuidade, que há transição e transmutação, que há vida após a morte.
Então que estes conhecimentos universais básicos te ajude a desapegar e a enfrentar padrões limitantes e que você possa ver a si mesmo e o Todo com um olhar mais abrangente, olhar do topo da montanha, onde você veja que há caminhos para continuar seguindo e sempre haverá caminhos. Nós somos nossa jornada, sem data limite em essência, pela eternidade.